Não conhecido fatos sobre festival musical

O Centro Cultural Bernardo Mascarenhas já abrira suas portas pela tarde para acolher seus novos protagonistas, onde ali entravam e já ocupavam todo o espaço da Sala Flávio Márcio. O palco ainda embaçado e toda a sala iluminada unicamente pela sua própria “geral” não se afligiam de modo a que seus refletores emoldurassem logo seus hóspedes. A residência como óptima anfitriã sorria de lado ao ver seus cantos ocupados por variadas e monstruosas cases de que ali iam se somando e acomodando.



Em distintos formatos, aqueles objetos que logo subiriam ao palco, abstratos por si apenas e talvez munidos das mais positivos pretensões já atraiam o olhar dos menos qual cruzavam o teatro em seus diferentes fazeres. Violão, contrabaixo, bateria, percussão, piano, acordeom, vibrafone, viola, contrabaixo acústico, para mãos dadas a programações eletrônicas eram os donos dos barulhos que ainda se arranhavam no de que poderíamos mostrar de Ensaio. Um ensaio de ondas, sonoras e marítimas que de mais tarde trariam aquela sala uma nostálgica pitada de sal, e um império por pés e ouvidos pelo porto.

Minutos que antecediam às 20hs já se compunham por leves caminhadas pelo hall do teatro. Os álbuns ilustravam na recepção o convite para se ver, escutar e degustar as na maioria canções que indiretamente se expunham de modo a seus novos donos. Determinados curiosos, e muitos já certos do que iriam levar de modo a lar, entravam pelo teatro usando seu CD, orgulhosos em prestigiar o laboração para artistas da cidade e utilizando extras de gentileza a serem disponíveis aos sons que vinham do fora.

Após então 1 charmoso mora, começava a noite do Circuito Música da Cidade, subindo ao palco Dudu Costa com seus músicos: Daniel Lovisi no violão, contrabaixo por Lula Ricardo, Rafael Castro em seu piano e acordeom, bateria de Pedro Crivellari e Anderson Guimarães na percussão. Dudu, munido do seu “Império de sal”, nos apresentava a biografia nas águas, o sopro das montanhas, a jangada em alto mar, e o paraíso mineiro em acordes e vocais. 1 espetáculo com direito a olfato e paladar, onde o público se nutria das canções bem amarradas, feitas a mão, criadas juntamente em 1 projeto de seu primário idealista, Dudu Costa, o responsável dessa lenda tão respeitada de que ali se cantava.


Festival Contou com Grandes Atuações



aprender tocar violao ccb



Algum pouco antes de caminhar para o fim, Dudu Costa convidava ao palco de modo a dividir estes vocais Kristoff Silva “’pra’ matar a saudade” do qual já viria a se despedir. Em uma parceria de 1a, a segunda voz já chegava com suas frequências e seus graus de escala introduzindo o pé de que firmaria aquele exatamente porto ocupado por Dudu Costa.

Encantados pela maresia da noite, continuaríamos assim nessa mesma ar de modo a arrecadar kristoff Silva, o cara de que no hall do entrada já se ilustrava usando seu rosto tatuado de uma moderna e inovadora barba. Troca do instrumentos. Pausa. Tudo pronto?

Em meio as vertigens ofertas, a música suspirava na resguardo feminina da pequena Natália Vargas, madama da ainda mais doce e grandiosa voz, um paradoxo sensorial que participava junto usando a bela flauta de Amanda Martins, participações qual coloriam e balançavam a jangada que todos embarcavam. Caíamos mais uma vez nas mãos Dudu, invadidos por seu maremoto de voz quais cobria toda superfície da público e nos entregava a um tapete de águas por no total seu repertório.

Recomeçava então o segundo show. O conserto silencioso de kristoff Silva contava com os músicos a fim de uma apresentação por canções e poesias compostas por Kristoff entre outros tão especiais qual ali seriam citados. Toda tua obra conta com a soma para uma tradição sem receio para ser atual. E o arrojado está em comportamento, diálogo e letras em algum argumento de programações eletrônicas que flertavam com este público trazendo a trilha sonora qual seguiríamos à diante.

MaKely Ka, Luiz Tatit, eram nomes por parcerias de que se interpretavam. Ná Ozetti inclusive se fez presente quando Kristoff questionava ao público se a conhecíamos. Não só por conhecermos esse argumento de artistas, mas igualmente pelo corpo humano presente que se completava a apresentação, as canções, tão particulares e de mãos natural dadas a um eletrônico incomum de se ouvir. 1 casamento sonoro onde a voz de kristoff assopra sutilmente suas teorias musicais.

Sentindo novamente o feição de sal, volta ao palco Dudu Costa, de modo a concluir a companherismo de algum dia onde a maré oscilava por pacto utilizando este balanço qual nos levava. Juntos cantaram os tesouros e começavam a se despedir da noite qual não queria ainda terminar.

“Tom Zé veio de Irará, Rita de Americana, Belchior do Ceará, Chico foi feito paraibano, Carega é do Paraná, Arnaldo é paulistano... ” Agora era a vez de a plateia repetir o som de “São” uma das últimas canções que fazia a parceria de todos ali presentes: público, músicos, autores, cantores e lugares.

A vontade foi de ficar em alto mar e de cor utilizando toda aquela presença bem carimbada de uma noite tão única. O Circuito Música da Cidade teve muito mais um orgulho em encerrar o dia usando 1 descomunal número de venda dos negócios ali expostos. Os álbuns de Dudu Costa e Kristoff Silva inclusive com seus DVDs saíram naquela noite a fim de embarcar e tocar por outros povoados, presentes em variados lares, sendo eles pertencentes a algum amplo império ou de um simples porto.

Para fazer-se entender sem entraves, usariam tua alta tecnologia. Através do Cosmos Tradutores o cantor falaria a língua-mãe de cada um a cada indivíduo; sob os raios de infra e ultravioleta do Poli Lux, imantariam sua aura energética que refletida neles surtiria algum digerida hipnótico - um serviço similar ao mesmerismo do médico alemão Franz Anton Mesmer; e, basicamente, os Soni Frequentia, espécie de alto-falantes que por meio de ondas acústicas poderiam sintonizar melhor com a emoção de cada ser humano, controlando-a a seu bel-prazer. Simultâneos, estes 3 instrumentos fariam uma varredura da “alma” de cada espectador de modo a quais ele divulgue “a mensagem” entre os seus.

Leave a Reply

Your email address will not be published. Required fields are marked *